Radiologia Médica e Odontológica

FIQUE POR DENTRO DOS RISCOS DE NÃO USAR EPIS DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA

A utilização de EPIs de proteção radiológica é uma obrigatoriedade para os profissionais clínicos que lidam com radiações diariamente. Além disso, também é preconizado para os pacientes, mesmo que o tempo de exposição seja pequeno.

Isso porque os benefícios da utilização do raios-X são comprovados na medicina diagnóstica, na gestão hospitalar e nas inovações radiológicas em prol da assistência clínica, como a anatomia radiológica. Contudo, a radiação ionizante é capaz de alterar a capacidade de mutação nuclear e causar graves consequências em órgãos-alvo em médio e longo prazo.

Dessa forma, é fundamental que os médicos utilizem adequadamente os EPIs de proteção radiológica, além de quantificar periodicamente, pelo dosímetro, a radiação que está sendo absorvida pelo corpo.

Quer saber mais sobre os riscos de não usar EPIs de proteção radiológica? Então continue a leitura!

Catarata

A catarata é caracterizada por uma opacificação do cristalino, situação que dificulta a acuidade visual. A doença pode ser congênita, senil ou secundária a outras exposições, como os raios-X.

O desenvolvimento de catarata devido à exposição radiológica é menos comum e está relacionado ao tratamento para distúrbios neoplásicos em outras regiões do corpo. Além disso, causa a opacificação do cristalino como efeito adverso ao tratamento.

Sendo assim, antes de iniciar o método radiológico, cabe ao médico solicitar informações do paciente a respeito da sensibilidade ocular e outras condições que podem se intensificar com a exposição ao raios-X.

Eritema

O eritema é caracterizado como uma vermelhidão, prurido no local devido à inflamação dos vasos sanguíneos periféricos da epiderme e podem ter diversas causas clínicas, sendo uma delas proveniente da exposição radiológica.

Com o tempo de exposição, a pele fica mais frágil e propensa a pequenos ferimentos, o que facilita a entrada de micro-organismos no operador, agravando o quadro clínico apresentado.

Portanto, o uso de EPIs é uma proteção segura para os operadores que lidam com a exposição radiológica rotineiramente, assim como a verificação dos parâmetros radiológicos por meio do dosímetro e das intervenções precoces ao detectar um sinal de problemas cutâneos.

Além disso, os resultados encontrados pelo estudo de Lesyuk et al, 2016 sugerem que a posição adequada do operador é fundamental para receber menor dose de radiação, principalmente quando o procedimento é realizado no quadril.

Outras pesquisas evidenciaram a altura recomendada durante exames endovasculares (Eufrasio et al, 2013). Nessas pesquisas, foi possível observar a distribuição radiológica enquanto o operador realizava os procedimentos diagnósticos, provando que a proximidade da ampola pode aumentar o quantitativo de radiação.

Os riscos de não usar EPIs de proteção radiológica afetam significativamente a saúde do profissional clínico e do paciente. Por isso, além da vestimenta plumbífera, é recomendável a realização de exames laboratoriais periódicos, leitura frequente do dosímetro e sempre estar em busca das novas informações a respeito do tema, principalmente no que se refere ao tempo de exposição e a carga radiológica máxima.

E você, é atento às complicações da exposição radiológica sem controle? Está seguindo as recomendações de proteção com a vestimenta plumbífera? Então, aproveite e leia também sobre 4 EPIs de proteção radiológica essenciais para você e seu paciente!

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