SAIBA O QUE DIZ A LEI SOBRE O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E COMO ELE FUNCIONA NA PRÁTICA
O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) foi instituído por meio da Lei nº 13.787/18, feita com a finalidade de regular a digitalização e o uso de sistemas informatizados de prontuário de pacientes. A necessidade de criar uma norma para tratar dessas questões se deu por dois fatores: o grande volume de documentos arquivados e o avanço tecnológico, com diferentes opções de armazenamento e transmissão de dados.
Por ser uma tecnologia utilizada em unidades de saúde para o controle das informações dos indivíduos, propiciando a otimização dos recursos e do tempo, a diminuição de erros, o aumento da segurança e outras vantagens, é importante conhecer melhor como ela funciona.
Pensando nisso, elaboramos este post para esclarecer as principais dúvidas sobre o Prontuário Eletrônico do Paciente. Acompanhe!
Como o Prontuário Eletrônico do Paciente funciona?
Todos os dados dos pacientes são registrados on-line, o que assegura o acesso remoto de vários dispositivos, mesmo que eles não estejam dentro do hospital ou clínica.
Além disso, a transmissão de informações oferecidas beneficia tratamentos mais complexos, em que toda a equipe multidisciplinar envolvida consegue dados relevantes sobre atividades executadas anteriormente, como prescrições, medicamentos administrados, resultados de exames, entre outros.
Uma outra funcionalidade do PEP é a opção de padronizar o preenchimento de campos para anotação, isso otimiza o registo de forma clara e objetiva. As informações podem servir como um norte para os médicos na hora da anamnese em diversas especialidades.
Assim, o atendimento se torna mais completo, eficiente e humanizado, tendo em vista que é possível manter um banco de dados íntegro, preciso e de qualidade.
O que ele pode armazenar?
Entre as informações mais comuns que podem ser guardadas no Prontuário Eletrônico do Paciente, estão:
- Histórico clínico;
- Anamnese;
- Exames;
- Diagnósticos;
- Tratamentos;
- Entre outros.
De que forma ele auxilia no dia a dia do médico/dentista?
Entre as principais vantagens obtidas com o PEP, podemos apontar:
- Diminuição dos processos burocráticos;
- Melhora da comunicação entre a equipe de saúde e paciente;
- Aprimoramento das práticas executadas.
Além disso, torna o atendimento mais efetivo. Em alguns casos, os pacientes não precisam refazer exames realizados recentemente ou responder às mesmas perguntas várias vezes.
Quais são as questões importantes dispostas pela Lei nº 13.787/18?
Entre os tópicos fundamentais apontados nessa lei, estão:
- A digitalização do prontuário do paciente será feita de maneira a garantir a integridade, autenticidade e confidencialidade do documento digital;
- O processo de digitalização precisa reproduzir todas as informações contidas nos documentos originais;
- Os meios de armazenamento das informações deverão protegê-los do acesso, utilização, modificação, reprodução e destruição não autorizados;
- Após o prazo mínimo de 20 anos a contar do último registro, os prontuários em papel e digitalizados poderão ser descartados;
- A autenticidade deverá ser garantida por meio do certificado digital, emitido pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).
Conseguiu entender a importância de implementar o Prontuário Eletrônico do Paciente? Além de todos os benefícios gerados para as instituições de saúde e ao paciente, é uma ferramenta importante para garantir a segurança e integridade de dados relevantes a respeito de todo o atendimento feito, com o mesmo valor probatório do documento original.
Gostou deste conteúdo? Então, aproveite agora mesmo para assinar nossa newsletter e ficar por dentro de todas as novidades!
Serviços que garantem a segurança de sua clínica ou hospital
(11) 99263-6705
(21) 97511-7501
Telefones
(11) 3136-0207 (São Paulo)
(21) 3005-2329 (Rio de Janeiro)
(91) 4040-4483 (Belém)
© 2022. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por PENTAXIAL