ENTENDA A IMPORTÂNCIA DO MANUAL DE BIOSSEGURANÇA E COMO ELABORÁ-LO EM CLÍNICAS MÉDICAS
Chamamos de biossegurança o conjunto de medidas que busca diminuir os riscos existentes em uma determinada atividade, como nas práticas médico-hospitalares, por exemplo.
É por esse motivo que os estabelecimentos de saúde precisam ter um manual de biossegurança que traga conceitos e dicas de boas práticas para que os colaboradores executem.
Siga a leitura e entenda a importância do manual de biossegurança e como elaborá-lo em clínicas médicas!
O que é um manual de biossegurança?
O manual de biossegurança é um documento que deve ser elaborado pelos hospitais e clínicas, contendo informações e normas a serem cumpridas pelos funcionários do estabelecimento.
É importante que todos, independentemente do grau hierárquico que ocupem, sigam as instruções dispostas e divulgadas por meio desse manual.
Qual é a importância desse manual para clínicas e hospitais?
A importância do manual de biossegurança para clínicas e hospitais se justifica pelo fato de mostrar as regras que devem ser seguidas ao executar ações, como exames radiológicos em pacientes.
De tal modo, as clínicas e hospitais obtêm diversos benefícios:
- Prevenção dos riscos físicos e químicos;
- Garantia à saúde do trabalhador e do restante da população;
- Proteção ao meio ambiente.
O que esse documento precisa ter e quais assuntos devem ser esclarecidos?
Existem itens que devem sempre estar nas páginas de um manual de biossegurança para hospitais e clínicas. A seguir, falaremos brevemente sobre os principais. Veja!
Riscos ocupacionais
No manual de biossegurança devem ser listados todos os riscos ocupacionais a que os colaboradores de estabelecimentos de saúde estão envolvidos, bem como formas de prevenção.
A ideia é que o conhecimento sirva para que sejam tomadas medidas preventivas e, desse modo, situações que envolvem acidentes de trabalho sejam evitadas.
Equipamentos de segurança
Devem ser listados todos os equipamentos de segurança, como os EPIs, que precisam ser utilizados em determinadas situações.
Se não utilizarem EPIs de proteção radiológica, por exemplo, os profissionais da saúde podem desenvolver doenças como a catarata e o eritema.
Segurança profissional
O manual também deve apresentar dicas sobre segurança profissional, trazendo exemplos de boas práticas a serem executadas no dia a dia de trabalho.
Também é importante estar explícito o que não deve ser feito para garantir que erros e falhas não sejam cometidos.
Segurança alimentar
Informações sobre segurança alimentar também devem aparecer no manual de biossegurança para estabelecimentos da área da saúde.
É preciso que os médicos, enfermeiros e outros profissionais compreendam que precisam tirar o jaleco e outros itens de proteção quando forem ao refeitório ou à cantina, por exemplo. Assim, contaminações nos alimentos são evitadas.
Classificação das áreas hospitalares
As áreas hospitalares também precisam ser classificadas e identificadas no manual. No caso de estabelecimentos que fazem exames radiológicos, por exemplo, deve ser criado um plano de radioproteção.
A ideia é que pessoas não autorizadas não entrem em áreas específicas e que diretrizes sejam seguidas em determinados locais para evitar problemas, como a contaminação com produtos químicos ou o contato com vírus e bactérias.
Compreendido o que é um manual de biossegurança? Agora, coloque tudo isso em prática e elabore um documento completo na sua clínica.
Caso tenha ficado com alguma dúvida, não deixe de registrá-la no espaço para comentários. Assim, poderemos interagir e trocar ideias.
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