DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO: POR QUE FAZER NA ÁREA DA SAÚDE?
O diagnóstico estratégico em instituições de saúde é uma tarefa desafiadora, pois demanda conhecimentos clínicos, administrativos e econômicos dos gestores, bem como acompanhamento contínuo de indicadores.
Todavia, sua implantação traz sustentabilidade para a empresa, melhora a assistência e a produtividade dos serviços clínicos prestados e garante satisfação dos pacientes, constituindo uma tríade de sucesso.
Quando bem executado e analisado, o diagnóstico estratégico facilita a tomada de decisão, de modo a destacar a instituição de saúde em um mercado bastante concorrido e também contribuir para certificações de excelência.
Quer saber mais sobre a importância do diagnóstico estratégico nas empresas de saúde? Então, não deixe de acompanhar as informações que daremos a seguir!
Afinal, o que é diagnóstico estratégico voltado para empresas da área da saúde?
Em linhas gerais, diagnóstico empresarial estratégico trata-se da avaliação atual dos serviços clínicos, administrativos, econômicos e humanísticos da instituição de saúde, a fim de subsidiar um planejamento integrado para todas as demandas avaliadas. Nesse caso, estão incluídos serviços diferenciais, como agendamento online e aqueles relacionados à acreditação hospitalar.
Nesse cenário, são levantados os pontos fracos e os fortes, relacionados principalmente aos serviços internos que necessitam de melhorias ou modificações na rotina, os quais podem ser aprimorados.
Além disso, também são avaliadas as questões externas que interferem no funcionamento do estabelecimento, tais como as atividades ofertadas pela concorrência e situação econômica no contexto geral.
Por que o diagnóstico estratégico é importante para a empresa?
Por meio do levantamento abrangente e objetivo das questões relacionadas às atividades do estabelecimento, torna-se possível estabelecer prazo para mudanças nesses cenários, delegar responsáveis para a execução das ações e monitorar os processos.
Além desses, outros pontos também devem ser destacados. Confira na sequência!
Acompanhamento dos resultados
Os resultados de uma implantação devem ser mensurados por indicadores que facilitem a avaliação da efetividade ou suscitem modificações no processo. Assim, é fundamental caracterizar o cenário atual em relação ao serviço e analisá-lo posteriormente.
Nesse sentido, é possível trabalhar com indicadores que se referem à produtividade, como número de cirurgias, percentual de serviços prestados, quantitativos de eventos adversos, percepção do paciente sobre o acolhimento e a infraestrutura etc.
Também é interessante mensurar a queda dos indicadores que se relacionam a questões de segurança, tais como: quedas no ambiente hospital, absenteísmo dos funcionários, nível de infecção hospitalar, entre outros.
Direcionamento das ações
Realizar um diagnóstico gerencial e clínico no ambiente de saúde implica levantar as possíveis causas de insucesso que estejam relacionadas ao quantitativo reduzido de pessoal, à presença de equipamentos obsoletos ou à falha nas rotinas.
Após essa análise, é essencial que os gestores deleguem as atividades de mudança, considerando uma ordem cronológica para implantá-las e definindo as atribuições para cada supervisor.
Dessa forma, o direcionamento das ações divulga as responsabilidades de cada um, como essa atividade impactará em outros setores e o que deve ser feito em casos de rotinas pouco produtivas.
Agilidade na resolução de problemas
Mediante o diagnóstico estabelecido, posteriormente será formalizado o planejamento das atividades. Estas serão analisadas considerando as diferenças entre as ações que necessitam de implantação em caráter de urgência e aquelas que são denominadas importantes.
As atividades de urgência podem ser classificadas como as que devem ser executadas rapidamente — pois podem envolver questões de segurança para usuários, acompanhantes e funcionários — e estão ligadas ao tempo.
As tarefas importantes são aquelas que devem ser executadas como requisito essencial para o funcionamento regular das atividades hospitalares, mas existe uma margem de tempo maior para implantá-las.
Sabendo dessa classificação e dos recursos econômicos e logísticos disponíveis, os gestores terão mais agilidade para resolver os problemas e priorizar aqueles em que o impacto será observado rapidamente.
Alinhamento à cultura organizacional
A cultura organizacional de uma instituição é pautada em valores, conceitos, interatividade entre os colaboradores e demais aspectos que refletem o modo de trabalho de todos que fazem parte da empresa.
A formalização do diagnóstico estratégico com vistas a melhorias contínuas pode sensibilizar os colaboradores em prol das mudanças de trabalho, facilitando a implementação de medidas gerenciais.
Sendo assim, é importante contextualizar todos os funcionários, solicitar sugestões para mudanças setoriais e incentivar o engajamento, para que a empresa trabalhe com valores coerentes e condizentes com um ambiente de saúde.
Identificação de falhas no sistema
Um diagnóstico correto e objetivo é interessante para apontar falhas no processo, identificar pontos de inefetividade, buscar soluções plausíveis e encorajar a importância da intersetorialidade na instituição.
Isso porque as falhas podem ser decorrentes de serviços pouco produtivos ou burocráticos demais nos setores antecedentes, o que impacta significativamente as próximas etapas e a configuração atual.
Exemplo disso é quando a clínica ou o hospital não trabalha com um software integrado de gestão e a equipe administrativa realiza cadastro manuscrito do paciente. Quando ocorre a prestação de serviços clínicos, descobrem-se falhas na identificação do indivíduo que podem comprometer, inclusive, o faturamento das contas hospitalares.
Informações amplas sobre o negócio
Sabe-se que a saúde é um negócio complexo, pois teoricamente um dos princípios básicos é oferecer assistência de qualidade que pode estar relacionada à redução de custos ou ao aumento da produtividade.
Para tanto, o gestor deve ter uma visão integrada dos serviços prestados, analisar os pontos nevrálgicos e investir em estratégias mais efetivas, considerando a opinião dos especialistas sobre a viabilidade da implantação.
Em vista disso, ele precisa ter uma perspectiva ampla do negócio, entendendo a importância de cada setor, do número adequado de funcionários para atender os pacientes e dos principais métodos para mudanças de rotina, considerando a complexidade dos serviços.
Exemplo disso é quando o gestor compreende que o histórico do paciente precisa ser objetivo, o protocolo de entrega do material necessita de eficiência e uma equipe multidisciplinar em saúde é mais vantajosa para o paciente.
Como vimos, o diagnóstico estratégico é uma metodologia gerencial que pode ser aplicada no ambiente de saúde com o propósito de identificar os pontos fortes e os fracos. Também serve para facilitar as tomadas de decisão mediante planejamento de ações, sensibilização das equipes clínicas e administrativas e acompanhamento dos resultados por meio de indicadores objetivos. Com isso, os gestores conseguem ter uma visão ampla e integrada de todos os processos clínicos e administrativos.
E você, já elaborou um diagnóstico estratégico na sua instituição? Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Deixe seu comentário abaixo!
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